Equipe da Investe Piauí discute em reunião com a Receita Federal o alfandegamento do Porto Piauí
25 de agosto de 2025
Por mariano_investe_novo
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Representantes da Companhia Porto Piauí e da Investe Piauí estiveram na Delegacia da 3ª Região Fiscal da Receita Federal, em Fortaleza (CE), para uma reunião para discutir questões relacionadas aos processos de alfandegamento no porto piauiense. O objetivo é garantir que as operações ocorram ocorram em acordo com as normas fiscais. A comitiva foi formada pelo vice-presidente de Mineração da Investe Piauí, Fernando Antonialli; o diretor de Operações da Porto Piauí, Fábio Freitas; e Matheus Magalhães, gerente de Operações de Terminais, Pátios e Recintos. A área alfandegada é uma estrutura destinada a controlar a entrada e saída de mercadorias no país, onde ocorrem inspeções, verificações de documentos, cobrança de impostos e aplicação de regulamentos. A área alfandegada precisa da autorização da Receita Federal para funcionar. (Foto: Companhia Porto Piauí) Durante a reunião, eles debateram ainda detalhes sobre a operação especial de exportação do minério de ferro, a ser realizada no Porto Piauí pelo processo chamado transhipment, que é quando se transfere a carga de um meio de transporte para outro durante a viagem. Inicialmente, o minério será colocado em embarcações menores e levado até navios transoceânicos. A exportação de minério de ferro deve começar a ser feita pelo Porto Piauí ainda em 2026. Preparações para transporte de minério Em junho de 2025, a Companhia Porto Piauí, em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e a mineradora Lion Mining, realizou uma operação de simulação do transporte do minério de ferro da jazida, em Piripiri, até o Porto, em Luís Correia. Simulação Conjunta Minério de Ferro – Porto Piauí A operação foi um sucesso e serviu para mapear pontos que dificultavam o fluxo das carretas e identificar formas de tornar o trecho mais eficiente e seguro. Em agosto, a PRF apresentou um diagnóstico listando os pontos do trecho entre Piripiri e Luís Correia que necessitam de intervenções, como sugestão aos órgãos responsáveis. A Companhia Porto Piauí vai intermediar o diálogo e levar o relatório aos órgãos executores de obras de infraestrutura para verificar se as sugestões da PRF são viáveis. As prefeituras dos municípios afetados e a companhia também devem contribuir com as intervenções.